A partir da segunda metade do século XX, a descoberta do DNA e o uso da biotecnologia provocaram inúmeras mudanças sociais, econômicas e tecnológicas em todo o mundo. O fato de comercializar alimentos geneticamente modificados despertou no imaginário popular o medo e a possibilidade de por em circulação mutantes que ameacem a vida humana e o ambiente. Mas é preciso separar o que é fato e o que é versão, mantendo-se distantes de pontos extremistas, de um lado a crença cega na biotecnologia e na engenharia genética, por outro a desconfiança alarmada e desinformada dos céticos ambientalistas. É certo que os Organismos Geneticamente Modificados geram conflitos de opiniões distintas em qualquer canto do planeta, no qual a ciência é elemento fundamental. Polêmicas a parte, os alimentos transgênicos estão presentes na mesa de milhares de famílias, inclusive no Brasil.
Por isso, foi criada em 1989, no Congresso Nacional a Lei da Biossegurança. Com o objetivo de regulamentar qualquer atividade que envolva OGM e manter a qualidade de vida. Em 1995, foi estabelecida a CTNbio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança) que tem o poder de aprovar ou não testes que envolvam alimentos transgênicos e manter a diversidade e integridade do patrimônio genético do Brasil.
Outro ponto importante da Lei de Biossegurança é o da rotulagem dos alimentos transgênicos, todo cidadão tem o direito de saber o que vai consumir por isso é necessário que a embalagem contenha a descrição da composição do alimento e a analise do alimento produzido através da biotecnologia.
Em uma pesquisa realizada em Brasília-DF, foi constado que a maioria que se apresentaram como OGM segue corretamente a lei da rotulagem de transgênicos, transmitindo assim a informação necessária para que o consumidor tenha o direito de escolha. Das 10 marcas pesquisadas, 8 apresentaram-se como transgênicas e estavam com o rotulo em conformidade com a lei, 1 marca não se apresentou como transgênica e somente 1 levantou suspeita quanto a origem da soja utilizada na fabricação.
Em meio a toda informação e discussão, uma coisa é certa, além de investir em pesquisas e aprimorar os estudos é necessário acompanhar o percurso da tecnociência, e principalmente, entender a evolução genética e como ela pode melhorar o padrão de vida das pessoas.
Por isso, foi criada em 1989, no Congresso Nacional a Lei da Biossegurança. Com o objetivo de regulamentar qualquer atividade que envolva OGM e manter a qualidade de vida. Em 1995, foi estabelecida a CTNbio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança) que tem o poder de aprovar ou não testes que envolvam alimentos transgênicos e manter a diversidade e integridade do patrimônio genético do Brasil.
Outro ponto importante da Lei de Biossegurança é o da rotulagem dos alimentos transgênicos, todo cidadão tem o direito de saber o que vai consumir por isso é necessário que a embalagem contenha a descrição da composição do alimento e a analise do alimento produzido através da biotecnologia.
Em uma pesquisa realizada em Brasília-DF, foi constado que a maioria que se apresentaram como OGM segue corretamente a lei da rotulagem de transgênicos, transmitindo assim a informação necessária para que o consumidor tenha o direito de escolha. Das 10 marcas pesquisadas, 8 apresentaram-se como transgênicas e estavam com o rotulo em conformidade com a lei, 1 marca não se apresentou como transgênica e somente 1 levantou suspeita quanto a origem da soja utilizada na fabricação.
Em meio a toda informação e discussão, uma coisa é certa, além de investir em pesquisas e aprimorar os estudos é necessário acompanhar o percurso da tecnociência, e principalmente, entender a evolução genética e como ela pode melhorar o padrão de vida das pessoas.
Empresa Monsanto, vista aérea. A empresa é responsável da maior parte de produção de transgênicos.
